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Câmara do Porto apela à reinvenção do plástico. A Engenharia também!

Colégio Ambiente 23 Setembro, 2020

Em 2019 a Ordem dos Engenheiros – Região Norte e o Colégio de Engenharia do Ambiente -Norte fizeram nascer um caranguejo gigante feito de garrafas de plástico para alertar para a utilização do plástico de uso único. Esta obra de arte reinventou o plástico.

 

A Câmara Municipal do Porto avançou aqui o apoio à campanha “Vamos Reinventar o Plástico” promovida pelo Pacto Português para os Plásticos que visa sensibilizar os consumidores portugueses para decisões de consumo responsáveis, sustentáveis e circulares, mobilizando a sociedade no processo de transição para uma economia circular dos plásticos.

Estas são iniciativas que o Colégio de Engenharia do Ambiente – Norte vê com grande entusiasmo.

Já em 2019 o Colégio e a OERN conjuntamente com diversas entidades incluindo a própria Câmara Municipal do Porto, a Lipor, a Metro do Porto, Sonae entre muitas outras organizaram a  iniciativa “Beyond Single-use plastics” que demonstrou que há Engenharia nas alternativas ao plástico, na ação contra a poluição, na transformação e nas escolhas para a redução do seu uso.

Um dos grande momentos deste dia foi a inauguração de uma escultura de grandes dimensões, realizada pelos Skeleton Sea, com as centenas de garrafas recolhidas durante semanas pela FAP, AEISEP, AEFEUP e associação FOCA.

Agora também a campanha “Vamos Reinventar o Plástico” visa combater esta problemática e, o Porto, compromete-se a eliminar progressivamente a aquisição e uso de plásticos de uso único nos serviços e atividades municipais (garrafas de bebidas, copos e outros), e promover a redução de plásticos de uso único nos eventos, tal como Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, já tinha apresentado em 2019 na conferência organizada pela OERN, anteriormente referida.

Encontram-se já implementadas algumas medidas concretas de redução de plástico, tendo algumas delas um impacto significativo, tendo permitido ao Porto eliminar 5,3 toneladas de plástico, e identificar 3,4 toneladas onde é possível atuar a curto prazo.

Há Engenharia num futuro melhor.